Quem convive com infecções de repetição aprende a vigiar sinais pequenos: ardência, coceira, desconforto, alteração de secreção, lesão inicial ou mudança na urina.
O ciclo costuma ser parecido: sintomas aparecem, vem a medicação, há melhora temporária e depois a insegurança retorna.
Com o tempo, a pessoa passa a evitar relações, viagens, compromissos, roupas, piscina, sono fora de casa ou qualquer situação que pareça disparar uma nova crise.
A proposta do Consultório Dra. Rafaela Amador é investigar a repetição de forma especializada e construir uma estratégia preventiva quando houver indicação.